
| Terça-feira, Outubro 31, 2006
............................................................ Nota sobre o Tim Festival Rolou "Jamaica Hi-Fi" (ainda que beeeeem de leve na maioria dos shows) no Thievery Corporation, Instituto, Céu, TV On The Radio, Beastie Boys, DJ Shadow e Daft Punk. E nas discotecagens do Shantel e do mestre Maurício Valladares. Tomara que a influência jamaicana que passou por esse festival seja ainda maior no Tim do ano que vem. Um show do Adrian Sherwood reunindo a nata da ON-U Sound caíria como uma luva no formato desse que é O festival de música no Brasil. chicodub ecos: Quinta-feira, Outubro 26, 2006 ............................................................ Mais U-Roy Matéria e vídeozinho no site da Trip. chicodub ecos: Terça-feira, Outubro 24, 2006 ............................................................ Altamente recomendado!!!!
Dunia na LA CUCARACHA de 26/10 a 14/11 Cocktail de Abertura dia 26/10 as 18h Rua Teixeira de Melo 31, Loja H - Ipanema / tel 2522 0103 chicodub ecos: ............................................................ Nessa quinta!
Jamaica Hi-Fi com Chicodub + Sensorial Sound System (mixando ao vivo o disco "3 sessions in a greenhouse", de Lucas Santtana & Seleção Natural) + El Roquer (Confronto Sound System - Brasília) quinta, 26 de outubro, a partir das 23h R$ 15 // R$ 12 (c/ flyer) // R$ 8 (lista amiga) Fosfobox Siqueira Campos 143 loja 22a // 2548 7498 info@fosfobox.com A festa de dub e reggae mais eclética da cidade segue com sua programação quinzenal às quintas-feiras, dessa vez com uma noite pra lá de especial. Além do residente DJ Chicodub, a Jamaica Hi-Fi conta com um Live P.A. do Sensorial Sound System, dupla formada pelos músicos Lucas Santtana e David Cole. O Sensorial fará, ao vivo (à meia noite! em ponto!!!), uma mixagem dub do disco "3 sessions in a greenhouse", de Lucas Santtana & Seleção Natural. Oportunidade única de ouvir um dos discos mais bacanas lançados esse ano de roupagem nova, totalmente dubwise. Idealizador do Confronto Sound System, de Brasília, El Roquer representa a vertente mais variada do grupo, sempre trazendo em seu som a influência jamaicana. Espere um arsenal de dub inglês, dancehall, raggas eletrônicos furiosos e até mesmo grime, 2step e breakbeats. Um verdadeiro "Tim Festival" dentro do universo jamaicano. Mais Jamaica Hi-Fi que isso, impossível! quer ouvir o disco "3 sessions in a greenhouse"?? qg do confronto (só pra reforçar. show do sensorial sound system: meia noite em ponto!) chicodub ecos: ............................................................ U-Roy em São Paulo! ![]()
(Roubei essas fotos do Radiola Urbana, a nova casa do programa Jamaica Hi-Fi na web. Semana que vêm, quando estrear a parada, eu dou um toque. ((fotos: zegabriel@zega.com.br)) (((Não, eu não fui no show. Sim, eu sei que sou um merda!))) chicodub ecos: ............................................................ Mais You Tube Putz, que vacilo. Esqueci desse aqui!!! MIKEY DREAD CANTA ROOTS AND CULTURE EM LONDRES, 81!!! chicodub ecos: Segunda-feira, Outubro 23, 2006 ............................................................ Java! Augustus Pablo tocando "Java" no Japão, 1986. Viva o You Tube! outras recomendações: Sandra Cross & Wild Bunch, 1982 (Blood Dunza riddim, dancinhas impagáveis) Sis Aisha canta "Guide And Protect", 1990, com Mad Professor no baixo e os Robotics! Rough! Barrington Levy canta "Here i come", 85 (sim, ele é maior que a Broadway!!!) Dennis Brown canta "Wip them Jah Jah" ao vivo na Jamaica, 78 Brigadier Jerry num "dance" do Jack Ruby, 86. chicodub ecos: Quinta-feira, Outubro 19, 2006 ............................................................ White Mice! ![]()
Na Jamaica não tem essa de "época de ouro", não. Se liga nesse disco recém lançado pela monstra Basic Replay, braço da alemã Basic Channel. Uma coletânea de sons lançados, de 84 à 87 (fase considerada "negra" por muitos e muitos estudiosos do assunto) pelo weirdo White Mice através do Intelitec Muzik, selo de Miami. Gravado no estúdio do King Jammy e no Channel One pelo Junior Delgado, é uma pedrada digital atrás de outra pedrada digital. Disco do ano? Do século?? Na Jamaica Hi-Fi eu toco todos os quatro singles lançados: "Try a thing", "Tallawah", "It´s a shame" e, o melhor deles, "Youths of today". São tão bons que às vezes eu não aguento e toco eles mais de uma vez na mesma festa. O bagulho é intenso, viciante. Como não poderia deixar de ser, os alemães lançaram um disco só de versões também. ps: dá pra acreditar que um moleque desses arrepia??? chicodub ecos: Terça-feira, Outubro 17, 2006 ............................................................ Arte, moda, som e, porque não, comes e bebes!
(toco apenas na quinta, dia 19) chicodub ecos: Sexta-feira, Outubro 13, 2006 ............................................................ IDCH!
|:: Domingo, 15 de Outubro ::| das 18 à 00h Aquilez | 18:00 (Écos) Chicodub | 21:00 (Jamaica Hi-Fi / RJ) Inclua seu nome na lista: www.idch.art.br/lista chicodub ecos: Quinta-feira, Outubro 12, 2006 ............................................................ Viajando de trem
Calbuque conta como foi o recital de poesia dub no Riocenacontemporânea. O trem não partiu para Zion. Ficou parado, na estação Leopoldina. Mesmo assim, foi a maior viagem o recital de poesia dub, que rolou ontem durante o festival Riocenacontemporânea. Não foi o primeiro evento do gênero no Brasil. Talvez tenha sido o primeiro no Rio. Não importa. O lance era botar mais lenha nessa fogueira, incensando uma idéia que, há anos, já rola lá fora, e que deu ao mundo nomes como Linton Kwesi Johnson, Mutabaruka e Benjamin Zephaniah. O ambiente era surreal e, portanto, mais do que apropriado: um vagão. Enquanto o recital não começava, ele se transformou na melhor e mais original pista de dança do mundo naquela noite. No comando do som de bordo, os DJs Chico Dub e Yellow P (de SP), fornecendo bases psicodélicas, com a ajuda de um toca-discos, uma mesa de efeitos e um pedal de delay para a voz. Um set up de sound system jamaicana, velha guarda, em formato clássico, vintage. Sem mixer, a passagem entre as músicas era feita no intervalo criado pelo efeito do delay. No microfone, o poeta Chacal e seus convidados. O ineditismo da iniciativa fez com que a maioria, na dúvida entre o que fazer, ficasse sentada, o que tirou um pouco a graça da coisa. Mesmo assim, foi legal ver rimas lidas ou improvisadas ao som do dub, os poetas tendo que aprender a lidar com um estilo musical vivo, não domesticado, que dobrava suas vozes e as revestia de efeitos. Encerrado o recital, os passageiros passaram para a plataforma, onde rolou outra viagem: um show do Hurtmold. Rock de fusão, post rock, o que for. O grupo fez uma apresentação impecável, criando loops ao vivo para depois revirá-los ao avesso, com um dinâmica hipnotizante e algumas fantásticas mudanças de rumo. Deu até pra sonhar: Hurtmold, Binário e Tortoise juntos num mesmo show. Noite boa, noite bacana. Pena que não deu pra voltar pra casa de trem. (foto: Joca Vidal) chicodub ecos: Quarta-feira, Outubro 11, 2006 ............................................................ Jamaica Hi-Fi #4 música jamaicana de todos os estilos + misturas com eletrônica + rasta excentricidades - "Screaming Terror" - Dubdadda 06 - "Michael Talbot Affair" - Keith Hudson 74 - "One spliff a day" - Billy Boyo 81 - "Dub charge" - Aswad 80 - "One more time" + "One more dub" - The Clash 80 - "Jah Jah Way" + "Jah Jah Dub" - Sis Nya 89 - "Bonafide" - Manasseh meets The Equalizer 03 - "Push push" - Original Rockers 01 - "Beats, bombs, bass, weapons" - The Bug 03 - "L.S.D." - Hallucinogen & OTT 02 "Screaming Terror", do Dubdadda, começa a Jamaica Hi-Fi #4, coluna (ou seria programa?) ainda na ressaca da avassaladora apresentação do Zion Train no Brasil. Acredito que o World Peace EP, da Deep Root (label do Neil Perch AKA Zion Train) com versões de Beenie Man, Tippa Irie e do mencionado Dubdadda, deve ser, de longe, o lançamento mais conhecido do selo. Afinal, não é todo dia que se cruza com um disco "UK sound system style" com o Beenie Man nos vocais. Crossover é isso. E eu gosto! O discurso na música alerta para a rede de conselheiros do Bush, afirmando que são esses caras que a gente tem que temer. Quem dá o recado é um ex-picão do governo americano. "Michael Talbot affair" é um dos dubs mais bonitos que já ouvi. Sua origem é o disco "Pick a Dub", do cantor, produtor e (!!!) dentista Keith Hudson. É um dos primeiros álbuns de dub compilados, o que garante seu status de cult até hoje. Particularmente, não sou um mega fã desse disco, mas esse som, viajandão, meio etéreo e jazzístico, tá no rol dos meus fave dubs. Só mesmo na Jamaica pra aparecer um sujeito como o Billy Boyo. Aonde já se viu um moleque, com então 8 anos de idade, tecer elogios à ganja e cunhar a pérola "one spliff a day keep the evil away"? Desde a época dos shows de calouros nos anos 50, como o Vere Johns Opportunity Hour, que jovens talentos são revelados diariamente na Jamaica. Uns conseguem evoluir e chegar ao topo. Outros, a maioria, na verdade, não. Caso do Boyo, do White Mice e de tantos outros. "One spliff a day" pertence ao selo Jah Guidance ('Junjo' Lawes), o que significa 99% de chances do disco ser bom. Lembra do Aswad, aquela banda que veio ao Brasil umas duas vezes, pop-reggaezinho de FM? Pois é. Antes de enveredarem pelo caminho do mercado, tudo que eles faziam era bem bom. Duvida? Então ouve só os álbuns Hulet, Showcase, New Chapter e A New Chapter of Dub. "Dub Charge" é uma versão (ainda melhor) de "Warrior Charge", simplesmente uma das músicas mais importantes da história do reggae inglês. De todos os tempos. Lloyd Bradley, autor de "Bass Culture", um dos livros mais legais escritos sobre a música jamaicana, comenta: "That record uses the day´s technology, a full horn-loaded line-up, arrangement dexterity that goes to the very limit of a reggae riddim, dub ideas that left contemporary Jamaica looking silly, mad musical skills and exactly the sort of joyous spirit and bravery that deserves to be called dread. Warrior Charge is an as-yet-unsurpassed pinnacle of British reggae." Joe Strummer e Paul Simonon gostavam tanto de reggae que fizeram do The Clash a banda inglesa de punk rock que mais soube se aproximar da Jamaica. A primeira tentativa foi com o Lee Perry, que produziu "Complete Control". Mas foi com o Mikey Dread nos controles, discípulo do King Tubby, produtor, radialista e cantor/deejay, que o Clash fez sua punky reggae party. Trabalharam juntos em "Bank Robber", em "Rockers galore-UK tour", e em várias músicas do triplo e bizarro (no bom sentido) Sandinista, como: "Junco Partner," "Living In Fame," "One More Time", "One More Dub", "If Music Could Talk," e "Shepherd's Delight". Como se não bastasse isso, citam seus cantores favoritos em uma penca de músicas e ainda fizeram covers de "Armagideon Time" (Willie Williams), "Police and Thieves" (Junior Murvin) e "Pressure Drop" (Toots and The Maytals). A primeira vez que ouvi esse riddim foi na casa do Yellow P, profundo conhecedor de Jah Shaka, "O Guerreiro Zulu". Era um som do Vivian Jones, "Depend on Jah". Mas, sinceramente, sou mais "Jah Jah Way", na versão da Sis Nya. Não conheço muita coisa a respeito da Sis, mas é sempre bom ouvir um stepper inglês na voz de uma mulher. Casa bem. Já o Shaka... Bom, Jah Shaka é imprescindível pra quem gosta de reggae, de dub, de som inglês, de black music, de música boa. Shaka é o homem mais importante da história do Sound System na Inglaterra. Ponto. Seu sistema de som, seus discos, suas danças, sua sirene, seu syndrum.... Tudo é referência. O resto são todos discípulos. Não ouvia Nick Manasseh há muito tempo. E se não fosse o Ras Wellington no IDCH, quando nós tocamos juntos mês passado, era capaz deu ter ficado mais um bom tempo sem ouvir. O Manasseh não é muito famoso por suas músicas - o hino "Seventh Seals", 88, do projeto Sound Iration e o seu mais recente disco, "Step like pepper", da alemã Echo Beach, são provavelmente seus trabalhos mais conhecidos. Sua fama se construiu muito mais devido ao programa que ele tinha na KISS FM, de Londres, e no seu sound system, que chegou a tocar com Jah Shaka, Jah Warrior, Jah Tubbys, Abashanti, Fatman e Observer. Vamos de "Bonafide", um ska dubtronic meio dark com um toast bem legal de um cara chamado Knati. Falei do Leftfield na Hi-Fi #3. Agora é a vez do (também) finado Rockers Hi-Fi. Formado em Birmingham, UK, por Glynn Bush (AKA Biggabush e Lightning Head) e Richard Whittingham, hoje dono do selo Different Drummer, o Rockers - que se chamava Original Rockers na época de "Push Push", antes do Augustus Pablo pedir gentilmente para que eles trocassem de nome - é um dos pioneiros no cruzamento do dub com a eletrônica. "Mish Mash" e o Dj Kicks (DJ set) com o Farda P de MC (um monstro!!!) são discos que não canso de ouvir. O Mash eu toco direto na na pista e o Kicks costuma embalar minhas viagens caseiras. "Push Push", dubhouse clássico de 91, sampleia Johnny Osbourne em "He can surely turn the tide", eternizada pelo Scientist em seu dub, "Plague of zombies". Nessa quase inglesa edição da Hi-Fi, não poderia faltar espaço para Kevin Martin AKA The Bug, responsável pelo dancehall mais estranho produzido no planeta. Meio hardcore, meio grime, totalmente barulhento e gritado. Som para poucos, pouquíssimos. E olha que "Beats, bombs, bass, weapons", com os vocais do Toastie Taylor, é uma de suas músicas mais acessíveis!!! Querendo mais noise, é só procurar o disco do Razor X (sua parceria com o produtor Rootsman), o disco "Pressure" e os compactos do selo Ladybug, só com vocais femininos. Pra acalmar e ao mesmo tempo encerrar o Jamaica Hi-Fi #4 (acho que no final das contas eu prefiro programa), "L.S.D.", música do alucinógeno "Hallucinogen in Dub", disco de dub mixes do projeto de trance Hallucinogen (Simon Posford) feitos pelo OTT. Rotulando, um psy ambient dub - o que quer que isso seja. Quem me passou esse som foi o gaúcho especialista em chill out Lucas Correa, o Punkah. Respect. Rewind. (novidades em breve!) (link expira em 7 dias!) chicodub ecos: Quinta-feira, Outubro 05, 2006 ............................................................ Jamaica Hi-Fi // Outubro 2006
12 de outubro, quinta // 23h chicodub + yellow p (dubversão - sp) 26 de outubro, quinta // 23h chicodub + sensorial sound system live p.a (mixando ao vivo o disco "3 sessions in a greenhouse") + el rocker (confronto sound system - brasília) r$ 15 r$ 12 (c/flyer) r$ 8 (mandando um email para chicodub@gmail.com) fosfobox siqueira campos 142 loja 22a // 2548 7498 info@fosfobox.com.br dubversao lucas santtana confronto chicodub ecos: Quarta-feira, Outubro 04, 2006 ............................................................ São Paulo again!
Todas as sextas YellowP, Salvatore e Jimmy The Dancer recebem no Dubversão Sistema de Som 06/10/2006 Pitshu - Luanda 13/10/2006 ChicoDub - Rio de Janeiro 20/10/2006 U-Roy na Arena Tom Maior Nesta sexta o Hole estará fechado apoiando o evento juntamente com Dubversão Sistema de Som 27/10/2006 Pitshu - Luanda Hole Club. Rua Augusta 2203 próximo ao metro consolação R$12,00/ com flyer R$10,00 envando nome completo para rootsjavadub@gmail.com R$8,00 mulher até 0hs não paga entrada chicodub ecos: ............................................................ U-Roy + Dubversão!!!! ![]() chicodub ecos: Terça-feira, Outubro 03, 2006 ............................................................ Fotolog Brasília é maneiro. Pacas. Mas a galera que mora lá é que faz a diferença. Valeu, Confronto!!! Visitando BSB, não deixe de conhecer o bucólico Rancho do Fisch, onde se pode mergulhar nas plácidas águas do Lago Sul enquanto o anfitrião prepara um suculento lombinho com risoto ao curry; rodar de carro pela Ponte JK com dub de BG e bastante roque; e se deliciar com o delicioso Kibeirute do restaurante Beirute. Recomendo! El Rocker e Chicodub no Ataque!
"Churraguinha"
Me hidratando no Bar do Calaf. Criolina neles!
Mais fotos e resenha do Ataque Sound System no site dos parceiros do Urcasônica. No prato do dia deve rolar uma cobertura também. Fotos da Aline! chicodub ecos: |